Lei proíbe reboque de carros no Rio na presença de proprietários

Motoristas devem fazer registro – com fotos ou vídeos – e enviar material para recurso. Carro poderá ser requisitado mesmo que já esteja sobre o caminhão

 

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O prefeito Eduardo Paes sancionou, na segunda-feira (28), lei que proíbe o reboque de carros estacionados em locais irregulares quando o motorista estiver presente. Pelo texto, de autoria do vereador Marcelo Arar (PTB-RJ), fica determinado que o condutor de um veículo rebocado por estacionamento irregular também não será mais obrigado a pagar a taxa de remoção, nem a diária do depósito caso consega provar que estava presente no momento da autuação.

Segundo a lei, o motorista deverá ser apenas multado pela infração cometida. Caso o agente público insista em levar o veículo, o condutor deverá registrar – por meio de fotografia ou vídeo – o instante no qual o carro for colocado no guincho. Nas imagens, devem aparecer o proprietário ou condutor do veículo rebocado e o caminhão do reboque. Em seguida, o motorista deverá enviar esse material para recurso.

No momento em que presenciar o veículo rebocado, o proprietário deverá se apresentar ao agente público e, logo em seguida, remover o veículo do local proibido. Ainda que já esteja sobre o caminhão, o motorista poderá requisitar que o veículo seja devolvido antes de ser levado ao depósito.

Fonte: Globo.com

Entram em vigor hoje novos valores das multas de trânsito.

Infrações mudam de categoria e ficam bem mais caras.
Falar ao celular passa a ser infração gravíssima.

 

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A partir desta terça-feira (1º), as multas de trânsito vão ficar mais pesadas

Um, dois celulares ao volante. Um outro motorista ainda tenta se explicar. “Parei no semáforo, estava vendo só uma mensagenzinha. Mas eu não uso telefone no trânsito, não”, diz o dentista Claudio Andrade.

A partir de terça, nem essa desculpa cola mais. Falar ao celular já é proibido, mas agora, segurar ou manusear o telefone já será uma infração gravíssima. Por isso, a multa vai ser reajustada em 244% e sobe para R$ 293,47.

“Deveria ser até mais caro. Eu acho que é uma irresponsabilidade porque não tem como você dirigir passando mensagem em celular. Eu acho um perigo”, afirma a aposentada Zélia Costa Figueiredo.

Outra infração muito comum é estacionar o carro em vagas reservadas para idosos ou deficientes. Num local, por exemplo, são duas vagas para idosos. O motorista de um carro tem a autorização, mas o do outro não deixou nada no painel que indique que ele pode estacionar ali. Uma infração grave que passa também a ser gravíssima.

E o motorista que for flagrado dirigindo alcoolizado ou se recusar a fazer o teste do bafômetro vai pagar um preço alto, como um rapaz que, segundo a PM, provocou um acidente no centro de Brasília. O motorista assim será multado por infração gravíssima multiplicada por 10: quase R$ 3 mil.

Nas estradas, ultrapassagem perigosa como pelo acostamento também será combatida no bolso do motorista com mais rigor: é multa de infração gravíssima multiplicada por cinco. Total: R$ 1,4 mil.

O Departamento Nacional de Trânsito afirma que a intenção dos reajustes não é aumentar a arrecadação.

“Respeitar as regras de trânsito é uma questão de respeitar o próximo. É uma questão de cidadania. Quando o indivíduo não respeita por opção própria, as multas mais caras vêm para forçá-lo”, diz Francisco Garonce, coordenador de qualificação do Denatran.

 

Fonte: G1

Ingressos para Jogos Paralímpicos estão disponíveis para venda.

Paralimpíada começa no dia 7 de setembro; preços variam de R$ 10 a R$ 130.
Até o dia 18 de setembro, 176 países disputam medalhas em 23 esportes.

 

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A Paralimpíada terá início no dia 7 de setembro. Para quem deseja aproveitar os 11 dias de competição entre 176 países que disputam medalhas em 23 esportes, com mais de 300 sessões esportivas, os ingresso estão disponíveis pela internet e nas bilheterias oficiais. Os preços para essas sessões variam de 10 até 130 reais.

Do total de 2,5 milhões de ingressos disponibilizados, 370 mil estão vendidos. Para adquirir, é necessário ter mais de 18 anos, com CPF, e ter cadastro no site www.rio2016.com/ingressos. O cadastro é único para compra de ingressos no Olímpico e Paralímpico. Através do site, o pagamento pode ser feito em até 3x no cartão de crédito Visa.

O torcedor poderá escolher até seis sessões, selecionando de 8 a 12 ingressos para cada uma delas, devendo concluir sua compra em até 30 minutos.

Meia-entrada
É garantida meia-entrada para pessoas com idade acima de 60a nos e pessoas com qualquer deficiência (PCD). Estudantes (em geral) e professores da rede municipal do Rio de Janeiro terão direito à meia-entrada na categoria de preço mais barata em todas as sessões.

Retirada
Para realizar a retirada, é necessário apresentar o comprovante: cartão Visa utilizado na compra ou, se o torcedor utilizou a Solução de Pagamento Virtual Rio 2016, a imagem recebida por email com os dados do cartão virtual mais identificação com foto, e e-mail de confirmação contendo número do pedido e número do cliente.

Condições da entrega para terceiros
Para que uma pessoa diferente do comprador retire os ingressos na bilheteria, é necessária uma procuração autenticada em nome da pessoa que irá retirar os ingressos, além dos documentos abaixo:

– Cópia do RG do comprador dos ingressos
– Documento original com foto de quem for retirar os ingressos
– Procuração original assinada e autenticada pelo comprador
– Email de confirmação contendo número do pedido e número do cliente
– Cartão utilizado na compra
Só serão entregues ingressos do pedido especificado na procuração, que ficará arquivada com o Rio 2016. Em qualquer caso, uma foto da pessoa que coletará os ingressos será capturada.

 

Fonte: G1

O que pode parar seu carro de repente

Seu carro pode deixar você na mão por vários motivos. Conheça alguns deles.

blog1Seu carro pode deixar você na mão por vários motivos. Os principais são: problemas no sistema de arrefecimento, pane elétrica, embreagem desgastada e deficiência de lubrificação do motor.

Apesar da manutenção preventiva evitar esses problemas, o motorista também deve ficar atento ao comportamento do carro e ao modo de dirigir.

Sistema de arrefecimento
O motor aquecido demais ou até mesmo fundido pode ser resultado de problemas no sistema de arrefecimento. Esses danos podem ser causados quando:

  • O nível do líquido de arrefecimento estiver muito baixo;
  • Existir água comum no sistema;
  • Usar aditivo fora dos padrões estabelecidos pela montadora.

Para prevenir, é recomendado verificar regularmente o reservatório do líquido de arrefecimento (água destilada misturada a um aditivo – anticongelante e antioxidante – de qualidade).

Pane elétrica
Dificuldade para ligar o carro e mau funcionamento de dispositivos como rádio, alarme, travas e vidros são indícios de problemas elétricos no carro.

Isso acontece quando não é feita a manutenção da bateria e do alternador ou quando há sobrecarga do sistema. Para evitar esses problemas, procure não instalar equipamentos eletrônicos como rádios, alarmes, câmeras de ré, vidros e travas elétricas que estejam fora do projeto da montadora.

Mesmo parado, o carro consome energia da bateria com os equipamentos que ficam em stand by, como a central de injeção eletrônica, o alarme e a parte frontal do rádio.

Veja algumas dicas para seu carro não ficar sem energia:

  • Retire a frente do rádio, quando possível, para evitar o consumo de energia;
  • Evite deixar rádio ou faróis ligados com o carro desligado pois acelera a descarga da bateria;
  • Se for instalar um som potente, avalie se a peça está de acordo com a capacidade da bateria do carro.

Embreagem desgastada
Se ao acelerar o carro e ele começar a patinar, não sair do lugar ou parar completamente, pode ser que a embreagem esteja desgastada. Essas situações podem acontecer devido a:

  • Mau uso, como subir em rampas com o carro frio;
  • Pisar fundo na embreagem ao trocar as marchas;
  • Dirigir sem tirar o pé do pedal.

Deficiência de lubrificação do motor
Usar lubrificante errado, andar com baixo nível de óleo ou demorar para trocá-lo, podem fazer o motor parar de funcionar. Esse problema pode ser evitado se a troca de óleo for feita de acordo com o período estipulado pela montadora.

Verifique sempre que possível o nível de óleo com auxílio da vareta que tampa o reservatório ou no posto de gasolina ou oficina.

 

 

Fonte: Azul

Uso do farol baixo em rodovias é obrigatório a partir de hoje.

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A partir de hoje (8), o farol baixo aceso durante o dia em rodovias é obrigatório. Quem for flagrado com as luzes apagadas será multado em R$ 85,13, por infração leve, e terá quatro pontos na carteira de habilitação.

O objetivo da medida é aumentar a segurança nas estradas, reduzindo o número de acidentes frontais. Segundo o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), estudos mostram que a presença de luzes acesas reduz entre 5% e 10% o número de colisões entre veículos durante o dia. A maioria das colisões frontais é causada pela não percepção do outro veículo por parte do motorista, a tempo de reagir para evitar o acidente ou pelo julgamento errado da distância e velocidade do veículo que trafega na direção contrária em casos de ultrapassagem.

O farol baixo não pode ser substituído por farol de milha, farol de neblina ou farolete, mas o uso de faróis de rodagem diurna (DRL – Daytime Running Light), ou faróis de LED, está liberado pelo Denatran. O DRL é um filamento de luzes de LED, presente em veículos mais modernos e acionado automaticamente quando o carro é ligado. A validade do DRL para a nova regra chegou a ser questionada, mas o Denatran esclareceu ontem (7) que esse tipo de iluminação também é válido. A orientação de considerar as luzes DRL como farol baixo para fins legais já foi passada à Polícia Rodoviária Federal e aos demais órgãos do Sistema Nacional de Trânsito.

A lei que estabelece a medida foi sancionada pelo presidente interino Michel Temer no dia 24 de maio. A mudança teve origem em um projeto de lei apresentado pelo deputado federal Rubens Bueno (PPS-PR) e foi aprovada pelo Senado em abril.

O uso do farol baixo durante o dia já é exigido para ônibus, ao circularem em vias próprias, e para motocicletas. Também é obrigatório para todos os veículos em túneis.

Em Brasília, os motoristas devem ficar ainda mais atentos à nova medida, porque grande parte das vias que ligam o centro da capital a regiões administrativas é rodovia, como a Estrada-Parque Taguatinga (EPTG), a Estrada Parque Núcleo Bandeirante (EPNB), a Via Estrutural, o Eixão Sul e Norte e a L4 Sul e Norte.

Mais segurança nas estradas

A Polícia Rodoviária Federal vai começar a multar hoje os motoristas que não estiverem com os faróis acesos durante o dia nas rodovias. Desde que a lei foi sancionada, os policiais vêm conversando com os motoristas sobre a importância de deixar os faróis ligados.

Para o assessor de comunicação da PRF, Diego Brandão, os condutores não vão ter dificuldades em se adaptar à nova regra. “É uma mudança cultural. É importante que o motorista seja sensibilizado de que, ao adotar a medida, além de fugir das penalidades impostas pela lei, ele contribui para a diminuição de acidentes, que é o mais importante”.

Segundo Brandão, qualquer medida que aumente a visibilidade de um veículo pode ajudar na redução de acidentes. “Apesar de não haver estudos técnicos na PRF sobre o assunto, temos diversas situações e relatos sobre a causa do acidente ter sido a falta de visibilidade. Então, acreditamos que o aumento da visibilidade vai contribuir para essa redução”, diz.

 
Fonte: Agência Brasil

Fique alerta! Farol baixo durante o dia será obrigatório a partir do dia 8 de Julho.

Multa de R$ 85 e 4 pontos começa a ser aplicada em 45 dias, diz governo.
Regra vale para todos os veículos; antes, luz só era exigida de dia em túnel.

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O presidente em exercício Michel Temer sancionou a lei que torna obrigatório rodar em estradas com o farol baixo aceso durante o dia. A mudança no Código Brasileiro de Trânsito (CTB) foi publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (24) e, segundo o Ministério das Cidades, começa a valer em 45 dias, em 8 de julho, que é o prazo para os cidadãos se adaptarem às novas regras.

Temer vetou o artigo que dizia que a medida entrava em vigor na data da publicação por considerar que “sempre que a norma possua grande repercussão, deverá ter sua vigência iniciada em prazo que permita sua divulgação e conhecimento”. O veto será submetido ao Congresso.

Até então, o uso de farol só era exigido para todos os veículos durante a noite e em túneis, independentemente do horário do dia. Para as motos, o uso das luzes já era obrigatório durante o dia e a noite.

De acordo com o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), a medida será válida para qualquer tipo de rodovia, incluindo as que passam por trechos urbanos e também em túneis com iluminação pública.

Multa e 4 pontos na CNH
O descumprimento será considerado infração média, com multa de R$ 85,13 e 4 pontos na carteira de habilitação. O valor subirá em novembro deste ano, assim como o de outras multas.

O projeto de lei foi proposto pelo deputado Rubens Bueno (PPS-PR), e relatado por José Medeiros (PSD-MT) no Senado. O parlamentar considerou que a imposição pode “aumentar” a segurança nas estradas.

“Trata-se da imposição de um procedimento bastante simples e de baixo custo que poderá aumentar a segurança nas estradas e assim contribuir para a redução da ocorrência de acidentes frontais nas rodovias e, consequentemente, salvar inúmeras vidas”, defendeu Medeiros.

Valor das multas subirá
Antes de ser afastada para o julgamento do impeachment, Dilma Rousseff sancionou, em abril, medidas que endurecem as punições para infrações de trânsito. O valor das multas subirá entre 52% e 66% em novembro deste ano.

Além disso, a punição para o motorista que for flagrado falando ou “manuseando” o telefone passará de média para gravíssima.

Veja os novos valores:
Infração leve
– De R$ 53,20 para R$ 88,38 (aumento de 66%)
Infração média
– De R$ 85,13 para R$ 130,16 (aumento de 52%)
Infração grave
– De R$ 127,69 para R$ 195,23 (aumento de 52%)
Infração gravíssima
– De R$ 191,54 para R$ 293,47 (aumento de 53%)

Fonte: AutoEsporte

Como fugir de “carro bomba” na hora de comprar um usado.

Interdicao-da-faixa-da-direita-apos-enguico-de-carro-na-Ponte-Rio-Niteroi.-Foto-Custodio-Coimbra“Carro-bomba”: a fala macia e o excesso de qualidades anunciadas podem esconder algumas artimanhas utilizadas por vendedores inescrupulosos para disfarçar imperfeições

“Esse aqui está 10, patrão. A dona só usava para ir ao supermercado. E o motor ainda está amaciando.” Esse é um tipo de discurso fácil de ser ouvido numa loja de carros usados.

Mas a fala macia e o excesso de qualidades anunciadas podem esconder algumas artimanhas utilizadas por vendedores inescrupulosos para disfarçar imperfeições ou defeitos graves no automóvel à venda.

Por isso, o ideal é sempre que possível levar um mecânico de sua confiança para inspecionar o veículo no momento da compra.

Descubra a seguir alguns truques que lojistas de má-fé utilizam para empurrar o automóvel que só depois o dono vai descobrir se tratar de uma bomba-relógio.

Adesivo? Essa não cola!

Atenção com carroceria com adesivos ou totalmente envelopada. Esse é um truque recente, mas que já é usado na periferia das grandes cidades.

A moda dos carros cobertos por películas foscas tem um efeito colateral: o material pode estar lá para esconder arranhões na lataria, desgaste na pintura ou até marcas de ferrugem. Pior ainda são os chamados “bomber sticks”, adesivos colados em apenas uma parte do carro.

Como são multicoloridos, tornam-se um pesadelo para quem procura ondulações e vincos numa carroceria.

Quanto mais rodado o automóvel, maior a possibilidade de a adesivação ser utilizada para disfarçar defeitos.

Esse recurso lembra um truque usado nos anos 70, quando o teto de vinil era oferecido como opcional no Chevrolet Opala.

Muitos aplicavam depois esse vinil como forma de disfarçar veículos que tinham sofrido um capotamento.

Pó mágico

Câmbio que arranha nas trocas de marchas em geral requer conserto caro, já que a caixa precisará ser desmontada até para fazer o diagnóstico exato.

Antes de passar o carro adiante, alguns vendedores colocam pó de serragem para ajudar a mascarar os ruídos.

O câmbio ficará um pouco mais duro, porém vai sumir a maior parte dos rangidos na hora de fazer as mudanças de marcha.

Frito no óleo

Quando o motor começa a perder compressão, a ponto de exigir uma retífica, ou mesmo quando há alguns sinais de vazamento, há lojistas que utilizam um recurso difícil de descobrir.

Eles colocam no motor óleo lubrificante bem mais viscoso do que o previsto no manual do proprietário.

Às vezes até óleo de caminhão é usado com essa finalidade. O objetivo é preencher as folgas internas e evitar que o lubrificante suba para a câmara de combustão, o que geraria uma fumaça preta ou azulada.

Aqui, o comprador precisaria ter ouvido de maestro para tentar detectar pequenas batidas diferentes no motor, que lembram levemente um tec-tec-tec de motores diesel.

Passa a borracha

Até a década de 80, o interior do porta-malas dos automóveis era revestido de uma tinta emborrachada, chamada quantil. O material era aplicado no interior como revestimento fonoabsorvente.

Hoje, se você encontrar um veículo com essa tinta, desconfie, pois alguns a utilizam para mascarar marcas de solda ou outros consertos na parte interna da lataria.

Retoque na maquiagem

Carro velho com pintura muito brilhante e lisa pode esconder um truque, que é o uso de ceras coloridas.

Elas ajudam a disfarçar pequenas diferenças causadas por repinturas malfeitas. Muitas vezes, o motorista só percebe depois que manda lavar o carro na próxima vez.

Para descobrir a artimanha é preciso verificar com atenção a carroceria em busca de riscos que podem estar encobertos pela cera. Ao passar um lenço de papel por cima, ela sai e revela o defeito na tinta.

Lavou, tá novo!

Mais um recurso para disfarçar vazamentos: mandar lavar o motor para dar a aparência de estar em perfeito estado.

Cuidado. O fato de ele não apresentar marcas de vazamentos não significa que eles não existam.

É até preferível comprar um carro cujo motor esteja sujo de poeira e terra, pois mostra que ele provavelmente nunca foi aberto.

Além disso, nenhuma fábrica hoje recomenda lavar o motor periodicamente, a não ser em caso de enchentes ou uso severo fora da estrada, pois sempre há o risco de a água danificar componentes eletrônicos.

Detetor de mentiras

Pesquisas das seguradoras indicam que os brasileiros rodam, em média, de 12 000 a 15 000 km por ano. Automóvel com quatro anos que registre menos de 50 000 km é para se desconfiar.

A propósito, os hodômetros digitais, ao contrário do que as fábricas indicam, são facilmente adulteráveis.

A ferramenta usada é a mesma que ladrões levam para furtar carros: uma espécie de laptop apelidado pela polícia de “chupa-cabra”, que engana o módulo da injeção eletrônica.

A melhor maneira para descobrir o truque é checar no manual se as revisões estão carimbadas com as quilometragens corretas ou levar a uma autorizada e convencer um funcionário a conectá-lo num scanner oficial da marca, que pode revelar a quilometragem real do veículo.

Mas é bom saber que esse procedimento não é endossado pela fábrica e, portanto, é mais um favor do que um serviço obrigatório da concessionária.

Debaixo do tapete

Para disfarçar rangidos da suspensão, alguns lojistas pulverizam a parte inferior da carroceria com fluido de transmissão automática ou algum outro tipo de óleo.

Antes de fechar negócio, peça para colocar o veículo em um elevador de posto de combustível, por exemplo.

Manchas de óleo no assoalho são sempre um mau sinal, já que esses fluidos contaminam todas as borrachas e podem atacar as buchas e as mangueiras de freio.

Levou um couro

Você entrou no carro e adorou o volante e a alavanca revestidos de couro que parece novos em folha?

Cuidado: num automóvel com mais de três ou quatro anos de uso essas peças não podem parecer que acabaram de sair da loja, pois o couro se desgasta com certa facilidade no contato constante da mão com essas peças.

Isso pode ser uma estratégia para esconder que as duas peças estão desgastadas demais, indicando que o veículo tem quilometragem muito maior do que parece.

Às vezes o volante original era de plástico, mas ganhou o couro só para disfarçar o excesso de uso, o que nesse caso geralmente passa dos 60 000 km.

 

Fonte: Exame

Veja 10 cuidados para manter seu carro impecável

Você lava o carro sempre que volta da praia? E conserta amassadinhos?
Colunista fala também de quem exagera: polimento não pode ser hábito.

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Todo mundo sabe que o valor de um carro cai anualmente, mas muita gente se esquece de que a falta de cuidados básicos pode desvalorizá-lo ainda mais e, em alguns casos, dificultar muito o momento da troca. Veja abaixo 10 dicas para pôr em prática o quanto antes e assim garantir o melhor preço para o veículo:

1) Lavar o carro na volta da praia
Pouca gente faz isso, até porque não é fácil achar um posto que levante o carro para lavá-lo por baixo.

Mas este é um cuidado importante. O sal acelera a oxidação (ferrugem) nas peças que não possuem tratamento anticorrosão. As mais atingidas são peças fundidas com alto teor de carbono, como discos de freio, cilindros de roda, bloco do motor, pinças de freio, entre outras.

2) Nada de querosene
Não se deve aplicar querosene ao lavar o carro. Este produto danifica a pintura e a maioria das borrachas da suspensão. Água e sabão neutro são suficientes para uma boa limpeza, inclusive da lataria.

Se você deixa seu carro exposto ao sol e à chuva diariamente, é bom fazer um enceramento a cada três meses.

3) Conserte os amassadinhos
Pequenos amassados devem ser reparados o mais breve possível. É comum as pessoas acumularem os serviços de funilaria e pintura e, por conta disso, deixarem de lavar seus carros. De repente, elas percebem que terão que pintar todo o carro: isso porque muitas vezes a ferrugem toma conta do local amassado, deixando uma impressão pior ainda.

4) Evite manchas
Deixe seu carro longe de: goteira de cimento, óleo de freio, fezes de pássaros, gasolina, tíner, e tome cuidado ao estacionar embaixo de árvores.

Se seu carro possui manchas provocadas por alguns destes produtos é melhor levá-lo a uma oficina especializada para tentar removê-las. Cuidado: soluções caseiras utilizando materiais inadequados podem causar ferimentos e piorar o problema.

5) Cuidado com máquinas de asfalto e demarcação
Entre os poucos que podem ser resolvidos em casa, respingos de asfalto podem ser removidos da pintura com óleo para bebês. Já respingos de tinta demarcatória de asfalto (como faixas de pedestres) devem ser tirados em oficina especializada. Portanto, passe longe de máquinas de demarcação.

6) Carro repintado requer mais cuidado
Um leitor perguntou se pintura metálica requer mais cuidados do que a sólida. Depende. Carros com pintura sólida que já foram repintados necessitam de mais cuidado, pois a maioria das oficinas de funilaria e pintura utiliza o PU (poliuretano) no lugar do Poliéster (utilizado pelas montadoras). Como o PU não exige a aplicação da camada de verniz, a pintura fica mais vulnerável a manchas. Se a pintura do seu carro é original, não existem cuidados diferentes entre a sólida e a metálica.

7) Atenção no lava-rápido
Não se pode generalizar, mas, infelizmente, alguns funcionários destes estabelecimentos não recebem treinamento adequado. Todo carro deve ser lavado na sombra, começando pelo teto. No entanto, é comum encontrarmos lavadores que começam por baixo – a parte que geralmente possui terra respingada das rodas. Se o lavador encher a bucha de terra, provavelmente vai riscar toda lataria. Este fato é muito observado em carros pretos: as marcas de movimentos circulares ficam bem evidenciadas.

8) Capas nem sempre protegem
Capas plásticas não combinam com umidade nem poeira. Para cobrir um carro é necessário que o material esteja totalmente limpo e seco. Dê preferência para capas forradas por dentro e com grande ventilação.

9) Marquinha da porta do carro vizinho
Seu vizinho de garagem não toma cuidado ao abrir a porta? Já existem no mercado alguns protetores de espuma magnetizados que se coloca na lateral cada vez que estaciona o carro. Uma opção mais barata que alguns internautas citaram é a utilizar os “espaguetes” de piscina: você pendura um de cada lado do carro, amarrados com um barbante. Visualmente não é a melhor solução, mas seu vizinho de garagem vai entender o recado.

10) Polimento sem exagero
Polimentos, cristalizações, espelhamento e revitalizações são bem-vindos, porém com moderação. A cada polimento, uma parte da camada de verniz é removida através da utilização de politrizes de alta rotação associadas a massas abrasivas. Geralmente esse serviço é indicado para pinturas manchadas, queimadas de sol. Para veículos novos e seminovos, sem manchas, a melhor opção é o enceramento.

 

 

Fonte: AutoEsporte

Ponte Rio-Niterói tem 10 mil veículos acima da velocidade em 2 dias

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Foram instalados 8 radares, 4 no sentido Rio e 4 no sentido Niterói.
Equipamentos ainda estão em testes e multas começam a valer em julho.

Somente nos dois primeiros dias de teste dos novos radares instalados na Ponte Rio-Niterói, foram registrados 10 mil flagrantes de veículos acima da velocidade permitida. Desde quarta-feira (1), foram colocados oito radares, quatro equipamentos em cada sentido, nos trechos onde o motorista costuma acelerar mais.

Os equipamentos ainda estão em testes e as multas só começam a valer em julho. Com essa instalação, a Ponte passou a ter um radar a cada três quilômetros e a velocidade permitida é de 80km/h.

Os radares que foram instalados no sentido Rio ficam depois do pedágio e próximo ao Mocanguê, na descida do vão central, na grande reta e na reta do cais. No sentido Niterói, há radar na reta do cais, na grande curva, na descida do vão central, após o Mocanguê, e na chegada ao pedágio.

A localização dos radares foi definida através de um estudo, que avaliou os pontos de maior registro de acidentes e bandalhas.

Fonte: G1

Dez mandamentos para comprar um bom carro usado

A Fenauto, que representa as lojas de carros seminovos e usados, divulgou o balanço de fevereiro do segmento: as vendas caíram 0,4% entre janeiro e o mês passado, com 940.644 negócios, ante 944.528 do primeiro mês do ano. No bimestre, a retração foi de 4,3%. No entanto, houve 1,5% mais vendas na comparação entre fevereiro e o mesmo mês de 2015.

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O presidente da Fenauto, Ilídio dos Santos, diz que não sabe como o mercado reagirá em 2016. “Não temos claras quais serão as perspectivas que nortearão a economia do país e, justamente por isso, a percepção é de que o consumidor ainda está muito cauteloso para assumir o financiamento de um veículo seminovo ou usado”, explicou.

Caso você não pretenda mais esperar para trocar de automóvel e tenha desistido dos zero-quilômetro, CARRO ONLINE anuncia abaixo os “dez mandamentos” do comprador para se sair bem no negócio:
I – TERÁS UM FOCO
Defina qual é a sua necessidade e o que você espera do carro. Quer um mais econômico e utilitário para o dia a dia ou um que disponha de bom porta-malas e espaço interno? Ou você prefere um de maior porte, mais confortável, ainda que ele apresente uma manutenção mais cara? E não se esqueça de estabelecer uma meta para gastar, pois isso o ajudará a filtrar as opções no mercado, dentro das suas necessidades.

II – CUIDARÁS DO TEU BOLSO
Há muitas opções de financiamento. O Crédito Direto ao Consumidor (CDC) é ideal para pessoas físicas, pois o pagamento é efetuado em parcelas fixas e pode ser aplicado em carros de até dez anos. Isso ajuda a planejar melhor os gastos. Limite os custos com o financiamento a até 20% do orçamento doméstico.

III – PESQUISARÁS A PROCEDÊNCIA
A pesquisa pelo usado ou seminovo pode ser feita pela internet, por lojas e feirões. Cada abordagem exige cuidados, mas ficar atento à procedência dos vendedores é comum a qualquer uma delas. Antes de combinar qualquer coisa com o vendedor, verifique a veracidade de suas informações, como endereço e telefone dele ou do estabelecimento. Fique esperto com ofertas muito abaixo ou muito acima da tabela. Geralmente elas camuflam um veículo mais avariado, proveniente de leilão ou locadora.

IV – AVALIARÁS O CARRO DE DIA
Não marque um encontro com o vendedor à noite e nem veja o carro se ele estiver molhado. Isso dificulta uma vistoria mais detalhada. Há vários macetes para detectar reparos e consertos na lataria. Preste atenção em diferenças de cor na pintura, posicione-se na mesma linha da lataria para tentar identificar ondulações e desníveis e passe a mão na lataria para reforçar a percepção. Os vincos das portas devem ter distância uniforme em toda a extensão.

V – VERIFICARÁS O INTERIOR DO CARRO
O interior do carro requer um olhar detalhado. Sinta a textura dos tecidos dos bancos para apurar a uniformidade. Atente-se a pequenas manchas, furos e marcas de queimaduras de cigarros. Verifique se as regiões de fechaduras e da ignição não contêm riscos e pequenos amassados. Confira todos os porta-trecos, principalmente o estado de suas tampas (quando houver). Veja o estado dos revestimentos das pedaleiras e do câmbio, freio de mão e volante (se estiverem muito novos, desconfie de que foram recentemente trocados). Ligue o ar-condicionado e veja se as tubulações não estão exalando odores desagradáveis.

VI – CONFERIRÁS OS NÚMEROS
Confira se as informações descritas na documentação correspondem ao carro. Rebaixamento, rodas, faróis ou qualquer outra alteração, incluindo as do motor, deve constar na papelada. Senão, você poderá ter problemas com a legislação. Cheque também os números do chassi e do motor.

VII – CONTRATARÁS UM LAUDO
O laudo técnico é uma avaliação minuciosa para identificar todos os itens originais alterados no veículo. Ele indica as manutenções realizadas e rastreia a ocorrência de sinistros. Em média, este serviço custa R$ 150. Você pode exigir que o vendedor tenha o laudo ou você mesmo pode contratar o serviço.

VIII – NÃO PERMITIRÁS ADULTERAÇÃO NO HODÔMETRO
Fique atento às adulterações no hodômetro. Nas ocorrências de sinistros a quilometragem é sempre anotada nos registros das seguradoras ou da Polícia Militar. Com isso você pode comparar a soma de todos os registros com a quilometragem apontada pelo hodômetro. Desconfie se, pelo hodômetro, você constatar que o veículo percorreu, em média, 12.000 km por ano, mas os dados do laudo técnico revelarem um número maior.

IX – LEVARÁS AO MECÂNICO
Mesmo com o laudo técnico, leve o carro a alguém que entenda de mecânica e seja de confiança para reforçar sua avaliação visual. Na companhia do mecânico, verifique se o óleo apresenta limalhas de ferro, se o sistema de arrefecimento tem vestígios de ferrugem ou óleo e se a tubulação não apresenta resquícios de óleo. Avalie o nível de inclinação da carroceria em curvas, a fim de checar o estado da suspensão. Confira o estado dos pneus e se o escapamento não exala fumaça branca ou preta.

X – CONSULTARÁS O DETRAN
O último passo é verificar junto ao Detran se o proprietário anterior deixou em aberto alguma dívida de financiamento. Se houver pendências, a oferta precisa ser muito boa para você assumir as dívidas. Senão, caia fora. Se o veículo estiver todo quitado, vá ao cartório e faça uma cópia autenticada do recibo de transferência. Isso facilitará sua vida caso chegue alguma multa aplicada antes da aquisição.

 

Fonte: Carro Online